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O que você quer saber sobre e-commerce




O que você quer saber sobre e-commerce

O que voce quer saber sobre e-commerce com Valdiney Victor Viçossi, que atua com inernet desde 2.000, atuando como Diretor em mais de 3.000 projetos digitais, sendo cerca de 300 de lojas virtuais. Parte I

Neste primeiro artigo vamos abordar os tipos de plataformas de comércio eletrônico.

Tipos de plataforma de comércio eletrônico:

– Open Source, ou seja, de código aberto e gratuito, ou que tenham algum custo de customização, alguns de baixo valor, outras bem mais altas. No geral, tem baixo custo de investimento inicial. Mas existem riscos, e o principal é que não há certeza da evolução do código e de como e com qual frequência, serão feitas as aplicações de melhorias, já que a plataforma depende da dedicação da comunidade de desenvolvedores que são defensores do código aberto. As customizações também podem ser mais limitadas, mesmo que sejam feitas por empresas específicas sem esperar o avanço da plataforma pela comunidade. Como ponto positivo também existe a constante liberação de extensões e plug-ins para integrações diversas. É uma opção para quem quer experimentar o comércio eletrônico sem grandes investimentos, porém já sabendo que encontrará algumas ou limitações mais sérias a partir de um determinado ponto de sucesso do negócio, ou seja, a escalabilidade é ruim, além das limitações criativas da área pública, que é o que internauta interessado nos seus produtos e serviços enxerga na internet. Algumas referêncais : Opencart, Magento, Woo Comerce (Wors Press) e outros.

– Código fonte aberto e gratuíto, o que permite adaptações profundas, dependendo do modelo de contratação que usou para contratar ou não uma empresa para auxiliar com a implantação. O que pode aumentar o valor de investimento inicial. Recomenda-se profunda análise da proposta de trabalho de quem vai auxiliá-lo, o que é prudente para qualquer tipo de contratação, sempre.

– Requer download, instalação e adaptação do código, e para isto pode depender de uma pessoa ou empresa especializada. Este é um aspecto a ser bem observado para não ter o velho o problema do “barato sair caro”, ao contratar alguém que não tenha a correta especialização para o projeto, e nem que não tenha condições de dar o suporte necessário durante e após a implantação, se necessário.

– Equipe de TI para implantação e suporte pode custar muito caro dependendo do tipo de implantação pretendido. Mas para as soluções simples e mais usuais, costuma ser bem vantajoso.

– Poder de personalização depende do conhecimento da plataforma.

– Alto poder de integração de extensões com plugin´s, API´s, etc.

– Alta disponibilidade de extensões criadas por fornecedores parceiros

– Integração com CRM, ERP, WMS e outras plataformas via API´s.

– Implementação relativamente rápida, se não quiser fazer grandes adaptações e customizações.

– Liberdade para escolher onde quer fazer a hospedagem, podendo contratar alguém ou uma empresa para auxiliá-lo ou não.

– Requer equipe profissional para realização de intervenções mais complexas.

– A escalabilidade e a segurança normalmente são críticas se não forem acompanhados por profissionais experientes.

 

– Plataformas Alugadas ou por Licenciamento. Existem inúmeras opções no mercado com modelos de cobrança bem diversificados como por : pageviews (número de paginas vistas), volume/quantidade de pedidos, percentual de faturamento e outros. No geral elas tem a mesma limitação de customizações das open sources, porém, mais ainda, pois o código-fonte é fechado e fica sob o controle da empresa que aluga a plataforma, inibindo desta forma as customizações tecnológicas da plataforma em si por sua livre e espontânea iniciativa e necessidade. Normalmente os avanços tecnológicos são realizados em novas versões, sem tempo pré-definido. Existem exceções onde a empresa proprietária do código-fonte da plataforma faz concessões de customização para clientes específicos, e na maioria das vezes precisa ser feito pela própria empresa proprietária, e aí o valor do investimento pode ser proibitivo e até mesmo, demorado. A liberação de plug-ins para integrações diversas depende do controle da empresa proprietária da plataforma, normalmente feito em pacotes ao mesmo tempo. Também é uma boa opção para quem quer começar com pouco investimento na plataforma e os valores fixos e obrigatórios mensais não inviabilizem o fluxo financeiro do negócio em si. A escalabilidade depende muito da empresa proprietária e existe boa limitação criativa para as áreas públicas do visual do e-commerce.

Valdiney Vicossi aponta mais alguns aspectos presentes com grande frequência nas plataformas alugadas ou de licenciamento.

– Aluguel com pagamento mensal.

– O aluguel mensal, normalmente é comercializado em planos ou pacotes, sendo que o preço de cada pacote pode variar conforme o faturamento, número de visitas, quantidade de produtos e outras variáveis possíveis da loja virtual. É aconselhável fazer um cálculo mínimo procurando estimar os primeiros 24 meses mediante o faturamento esperado para não ter surpresas. É um modelo bem recomendado para faturamentos menores ou que o custo fixo gerado pelo aluguel da plataforma não impacte o resultado operacional do negócio em si.

– Baixo custo de implementação inicial.

– Baixo poder de personalização e de criação.

– A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou.

– Implementação é relativamente rápida e tem baixa dependência da equipes da sua empresa como Marketing,  de Tecnologia da Informação (TI) da sua empresa

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, normalmente, é definida pela desenvolvedora da plataforma, já dentro do pacote de serviços selecionado.

– Como já dito antes, a escalabilidade é ruim.

Dentro de uma variação de plataformas “alugadas”, “licenciadas” ou que o contratante não tem controle sobre o código-fonte, existem grandes plataformas conhecidas globalmente usadas por lojas virtuais de altíssimo faturamento, normalmente posicionadas como líderes nos mercados dos seus países ou até mesmo mundiais. Este tipo de plataforma exige elevadíssimo investimento, e às vezes, por definição da Corporação da Contratante também são usadas como opção ao modelo seguinte que iremos apresentar que são as plataformas próprias.

– Plataformas próprias. São plataformas onde a empresa contratante e usuária final contrata uma empresa especializada em criação e desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico e/ou outras empresas parceiras e também pode fazer tal desenvolvimento total ou parcial com equipes internas. Existe a opção da empresa contratante fazer o desenvolvimento com uma equipe interna própria ou alocada, porém é menos usual quando já não se tem esta equipe dimensionada e como parte integrante das atividades já existentes na empresa.

Para este modelo normalmente se tem um valor de investimento inicial maior, mas com valores obrigatórios mensais praticamente inexistentes ou até mesmo inexistentes, como é a maior incidência de casos, reduzindo assim os custos mensais frequentes descartados alugueis e taxas obrigatórias que permeiam o modelo das plataformas alugadas e às vezes as de open source.

Ao fazer esta opção pela plataforma própria ou não, é comum que as empresas avaliem o grau de investimento ao longo de pelo menos 24 meses, para ver quanto seria o investimento total versuslimitação de escalabilidade versus grau de dependência de uma open source ou alugada para optar pela plataforma própria ou pelos modelos anteriores. É comum, no resultado desta análise, pelo faturamento esperado, se optar por uma plataforma própria que tem total liberdade de escalabilidade.  A liberação e desenvolvimento de plug-ins e web services para integrações diversas depende exclusivamente da vontade e disponibilidade de investimento da empresa contratante, você, que dará a velocidade de acordo com o conjunto de opções que tem.

– Não há pagamento de aluguel ou taxas obrigatórias.

– Total controle do código-fonte, hospedagem, melhorias, integrações, etc. Podendo continuar ou não com a empresa desenvolvedora ou outra, de acordo com sua necessidade para implantações e inovações futuras.

– O custo de implementação inicial é de médio para alto. Porém se comparado ao faturamento esperado, pode ser rapidamente amortizado na linha do tempo, deixando de ter pagamentos fixos desnecessários.

– Livre poder de personalização, de criação e de escalabilidade.

– É opcional a contratação da empresa desenvolvedora ou outra, por fee mensal, banco de horas, por job ou outras modalidades A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou, além do prazo de garantia da legislação.

– Implementação da solução depende da interação das suas equipes de Marketing, de Tecnologia da Informação (TI) e outros para aprovações e da capacidade de investimento da sua empresa além do tamanho do projeto em si. Difícil comparar tempo de implantação dos dois modelos anteriores com este, pois na maioria dos casos, o escopo desta solução é mais abrangente e personalizado, podendo  ter um prazo de entrega de 60 (sessenta) dias para mais do que as anteriores, dependendo do conjunto necessário, como também pode ser implantada em etapas, reduzindo o prazo de implantação.

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, via de regra, é estabelecida pela sua própria empresa, com assessoria ou não de uma empresa contratada.

Este último modelo, plataformas próprias, e as plataformas globais concentram, no Brasil, o maior volume de faturamento de lojas virtuais. Em contra partida, os dois primeiros modelos concentram o maior volume de lojas instaladas, e são bem concentradas para operações menores de comércio eletrônico, havendo algumas exceções.

É muito importante, na análise, conhecer também os cases de sucesso da empresa que está pretendendo contratar, dentro das opções de plataforma que oferecem.

Os aspectos contratuais presentes nesta relação são imprescindíveis de uma boa análise para que não haja surpresa na forma de remuneração, direitos e obrigações de cada um, cláusulas claras sobre eventual rescisão como detalhamento claro dos direitos de cada um, e sobretudo, não assinar contratos que todos os direitos ficam com o fornecedores e as obrigações com você que contrata. A própria forma e contratação da hospedagem da plataforma também deverá ser definida na escolha da plataforma, que pode contar com modelos onde a empresa fornecedora tem total controle da hospedagem, modelos mistos entre a empresa fornecedora da plataforma, a empresa de hospedagem (hosting) e a empresa contratante (você) e a total de liberdade da empresa contratante fazer a hospedagem onde bem entende e ter total controle da situação com assessoria ou não de uma empresa terceira, que pode ser também uma agencia ou produtora digital.

É bom ter bem claro que uma loja virtual pode crescer ilimitadamente, independente de tempo e espaço, pois não há limites geográficos para as vendas, podendo atingir exportações, inclusive. Por isso deve-se contratar uma plataforma que atenda as necessidades da empresa hoje, mas que também sejam suficientes por alguns anos, visto que  toda troca de plataforma pode e customa ser demasiadamente  traumática tanto para os seus clientes e fornecedores como para quem opera a loja virtual. Todos estes custos, como já dito anteriormente precisam ser bem equacionados desde o início.

A opção de uma plataforma de comércio eletrônico é essencial já no começo para minimizar problemas futuros de possíveis migrações e com isto, na opção, não se pode ficar sem opção de saída, tanto seja para um plataforma com custo mais alto como o contrário, o contratante tem que ter o máximo controle possível da situação com cláusulas contratuais bem claras, evitando multas absurdas além de perda de todo o banco de dados, aprendizado e outros.

Uma comparação clara das funcionalidades das opções que está considerando e do que realmente vai usar tanto no Front-End (Área Pública) e o Back-End (ADMIN, como integrações e tipos de relatórios são de suma importância.

Para Viçossi, além da tecnologia desenvolvida de código aberto (open source), plataforma alugada, ou proprietária (própria), é natural que além do time interno que possa ter ou vá ter, pode ser necessária a contratação de uma agência ou produtora digital que vai ajudá-lo a manter a plataforma e as estratégias em geral, incluindo a hospedagem da plataforma, se concentrará isto em uma única empresa ou várias por conta do modelo de negócio e necessidades reais versus investimento versus expertise de cada um. Novamente é um momento que exige total dedicação para escolher da melhor forma onde é importantíssimo analisar os clientes e histórico, com visita presencial, se possível nas agências ou produtoras digitais que estão entre as opções que tem para ser seu futuro parceiro. Existem agencias completas que cobrem on e off line, apenas on (digital) mas todas as frentes, algumas que trabalham por tipos de serviço sendo especializadas neste ou naquele tipo de serviço.

Valdiney Victor Viçossi – Presidente/CEO da VM2 (www.vm2.com.br) e Conselheiro da ABRADi-SP.




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