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Vida longa ao Marketing de Conteúdo




Vida longa ao Marketing de Conteúdo

Por que eu não acredito em fatalismos e por que desde sempre o que mais ouço é “Conteúdo é Rei”
Desde 2001, quando comecei a trabalhar com internet, já vivi morte e vida de milhares de tendências, tecnologias, linguagens e modismos. E desde sempre fico atenta ao que não “sai de moda” no digital, o conteúdo.

Com a evolução do mercado e das exigências dos clientes pelo ROI, grande parte dos investimentos foram direcionados para mídia, pois o ROI ligado ao tráfego que gera, é inegável.

Porém, gerar tráfego não quer dizer gerar conversão, já que isso está ligado a diversos fatores – modelo de negócio, produto, frete, prazo de entrega e, claro, ao conteúdo que está sendo entregue.

Tendo em vista que a demanda por serviços de Marketing de Conteúdo no ambiente digital aumentou muito nos últimos anos – tanto pelo amadurecimento dos clientes quanto pela adoção de práticas e ferramentas vindas do modelo americano de “fazer internet”, foi que a ABRADI resolveu criar um comitê* para o tema.

Toda essa história para contar que lançamos, após nove meses de trabalho, o Guia de Marketing de Conteúdo que tem, como objetivo principal, dar diretrizes de trabalho e contratação de serviços da disciplina.

Durante os dois painéis e a palestra do evento, anotei alguns insights para compartilhar com vocês. Vamos lá!

Marketing de Conteúdo é para pessoas
Quando falamos de um projeto de presença digital, que envolve site, mídias sociais, mídia, inbound marketing e etc, sempre estamos permeados pelo conteúdo e, sendo assim, precisamos muito ter um planejamento alinhado para que ele atenda as pessoas que consomem aquele produto/serviço.
Marketing de conteúdo é para as pessoas. Não é para a empresa, não é para empurrar goela abaixo.

Não dá pra fazer marketing de conteúdo fechado na salinha
No processo de identificar as personas para o seu negócio ou de traçar a estratégia de atuação no ambiente digital (ou não) é fundamental sair da sala e ir para a rua. Falar com clientes, com fornecedores e com equipes comerciais e de produção, SAC e afins, é fundamental para desenvolver conteúdos que falem daquilo que o cliente potencial precisa.

Não dá para fazer marketing de conteúdo sozinho!

Conteúdo precisa ser Omnichannel
Não dá pra desvincular (há muito tempo) as ações offline das ações online. O conteúdo, e a comunicação como um todo, deve ser Omnichannel.
Claro que as personas podem estar em canais diferentes, é importante pensar nas particularidades do meio para transmitir o conteúdo da melhor forma, mas a comunicação deve ter unidade de visual e de mensagem.

Marketing de conteúdo como ferramenta de relacionamento
Não só pelo uso de chatbots, que são uma realidade para empresas com grande fluxo de atendimentos online e/ou simultâneos, o marketing de conteúdo pode (e deve) ser usado como ferramenta de relacionamento.

Treinamentos, webinars, whitepapers, podcasts, tutoriais e muitos outros, são formatos de conteúdos que mostram conhecimento e passam confiança. A confiança do cliente cresce e tende a fechar mais negócios com você.

Inteligência Artificial para a gestão de conteúdo
Como já falamos, o conteúdo é uma ótima estratégia para gerar relacionamento. Mas não só! Aliado a inteligência artificial é possível melhorar a gestão de conteúdo.
Os ganhos na gestão de conteúdo com IA são, entre outros:
Agilidade na curadoria de conteúdo, 
produção de conteúdo altamente personalizado, 
maior efetividade na produção e distribuição de conteúdo.

Entender a jornada e criar conteúdo personalizado
O digital tem algo que é dele e de nenhum outro ambiente: a geração de dados. Dados sobre o usuário, intenções de compra, visitação etc., lotam nossos dashboards e, muitas vezes, não sabemos como extrair deles insights para a comunicação.

O primeiro passo talvez seja entender a jornada do cliente, depois entender que ela não é mais linear e sequencial, que devemos criar conteúdos para cada canal, de forma complementar e completa na jornada. É um desafio e tanto mas, com análise de dados é bastante possível.

Novas formas de conteúdo para vender
A tecnologia e as mídias sociais trazem novas formas de desenvolver conteúdo. Os creators estão desenvolvendo conteúdo em múltiplos canais. Muitos canais são monetizáveis mas o que fazer com os que não são? No Spotify, por exemplo, ainda não existe monetização, mas diversas marcas já entendem que patrocinar conteúdo ou solicitar a criação de conteúdo de marca para alguns creators é uma estratégia cirúrgica na conversa com sua persona.

A gente pode contar histórias sobre os produtos e sobre marcas, o tempo todo. Usando o que as tecnologias tem de melhor, aliado com o que cada canal tem de particular. Há grandes chances de dar certo, ainda mais se estiver pautada a partir de dados analisados.

A internet mudou ao longo desse tempo todo, mas uma coisa não mudou, nem vai morrer tão cedo, o conteúdo. Rei e majestade suprema do digital.

*A ideal original, levantada pelo sempre colaborar Edney Souza, era da criação de uma nova associação. Mas ficou claro que contar com o suporte da ABRADi na construção do comitê já seria um grande passo para a consolidação da matéria no mercado.

Este conteúdo é uma iniciativa do Comitê de Marketing de Conteúdo da ABRADi Nacional

• Diretor de comitês
Fábio Trindade

Comitê de marketing de conteúdo

• Líder: Fernando Viberti

• Membro executivo: Helena Sordili

• Membros:
Juliana Junqueira
Gil Stefani
Maurício Sarmento

Por: Helena Sordili

Professora, palestrante, consultora e “creator”. Sócia da Carranca, da consultoria Sordili.com e produtora do Market Brief – newsletter semanal sobre marketing e comunicação digitais, tecnologia e empreendedorismo, telecom, educação, fintechs e muito mais.




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